A Vara da Fazenda Pública da Justiça Estadual de Marília atendeu ao pedido da Prefeitura e concedeu 30 dias a mais para elaborar o plano que prevê a retirada dos camelôs e comerciantes da faixa da ferrovia, no centro da cidade. No entanto, a data para desocupação segue marcada para 1º de janeiro de 2026.
Assim, a Prefeitura ganha mais tempo para organizar o plano, mas tem menos para executar a retirada dos comerciantes. A Rumo Malha Paulista, concessionária responsável pela ferrovia e pela reintegração, concordou com a prorrogação.
Em 12 de junho, uma audiência de conciliação definiu 40 dias para estabelecer uma área e um programa para retirar as bancas e lojas. Porém, em julho, a Prefeitura pediu a prorrogação. A Rumo analisou o pedido em 18 de julho, e o prazo foi estendido oficialmente na última quarta-feira.
O caso envolve bancas construídas sobre a faixa da ferrovia, algumas com colunas de concreto e ligação de água diretamente nos trilhos. Inicialmente, o local fazia parte do “Projeto Estação Cultural”, que buscava dar função social à antiga estação ferroviária. Contudo, a área virou uma expansão do camelódromo, com estrutura de comércio popular consolidada.






