GOLPE

Mariliense perde R$ 64 mil em suposto golpe de investimento

Procon de Marília emite alerta sobre empresa investigada e orienta consumidores
Foto: Divulgação/Prefeitura de Marília
Foto: Divulgação/Prefeitura de Marília

O Procon de Marília divulgou nesta quinta-feira (9) um alerta sobre possíveis práticas enganosas envolvendo a empresa de investimentos Warren Bowie & Smith. A notificação ocorreu após um consumidor local reportar a perda de R$ 64 mil investidos na empresa, que teria interrompido o contato e negado a devolução do valor aplicado.

Histórico e repercussão

De acordo com o órgão, a empresa acumula diversas reclamações de brasileiros, incluindo relatos de dificuldades para resgatar valores investidos e indícios de práticas comerciais duvidosas. No site Reclame Aqui, a Warren Bowie & Smith possui reputação classificada como “Não Recomendada”, com nota 4.5 de 10, baseada em 144 queixas registradas no segundo semestre de 2023.

A Diretora do Procon de Marília, Valquíria Alves, ressaltou que a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) já emitiu um alerta sobre a empresa, destacando que ela não possui autorização para operar no Brasil. O Ato Declaratório CVM 22.431, de agosto de 2024, determinou a suspensão imediata de qualquer oferta pública de serviços de intermediação financeira pela empresa, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.

Orientações do Procon

O Procon recomenda que investidores lesados:

  • Registrem reclamação junto à CVM;
  • Denunciem o caso à Polícia Federal;
  • Busquem ressarcimento por vias judiciais.

Além disso, alerta para que consumidores verifiquem a regularidade de empresas de investimento antes de aplicar qualquer quantia, consultando a CVM ou órgãos de defesa do consumidor.

Serviço de atendimento

  • Endereço: Avenida das Indústrias, 294 (ao lado do Ganha Tempo)
  • Telefone: (14) 3401-2466
  • WhatsApp: (14) 3402-6000 – opção 9
  • Horário de Atendimento: 8h às 17h

O Procon reforça a importância de prudência e cautela ao realizar investimentos, especialmente em empresas que operam fora das regulamentações nacionais.

Compartilhar essa notícia