A expulsão do goleiro Léo Jardim, do Vasco, gerou polêmica no último domingo (27), mas a Comissão de Arbitragem da CBF saiu em defesa do árbitro Flávio Rodrigues de Souza. Segundo o presidente da comissão, Rodrigo Cintra, a aplicação do segundo cartão amarelo por cera seguiu as orientações da Fifa.
Cintra ressaltou que o árbitro tentou viabilizar o atendimento ao jogador antes de aplicar a punição. “Ele [Léo Jardim] teve a chance de ser atendido. O médico estava ao lado, e mesmo assim o jogador recusou. O árbitro seguiu o protocolo corretamente”, afirmou o dirigente nesta terça-feira (29), durante evento no Rio com árbitros das Séries A e B.
O presidente da comissão preferiu não comentar o laudo médico divulgado pelo Vasco, mas reforçou que a decisão de não levantar-se e atrasar o jogo sem justificativa cabia sim à punição. “Não sei se foi estratégia ou tática, mas o árbitro não tinha outra opção.”
Segundo a súmula, Léo Jardim foi advertido inicialmente aos 24 minutos do segundo tempo. Aos 38, voltou a cair no gramado, sem sinal de atendimento. Após nova advertência verbal, o árbitro apresentou o segundo amarelo, resultando na expulsão.
O documento oficial ainda relata que o goleiro permaneceu caído durante substituições, tempo considerado suficiente para atendimento, o que não ocorreu.






